ASSESSORIA
DE ARTE CORES E DECORAÇÃO
Com
projetos cuidadosamente elaborados, por arquitetos damos um toque
personalizado ao inserirmos uma obra de arte que expressa o sentimento
do comprador.
Não apenas seguindo as tendências de cores e texturas,
mas acima de tudo orientando na escolha de suportes, molduras
e técnicas dequadas para sua decoração.
Possuimos um portifólio de mais de uam centena de aristas,
e fotógrafos que podem fazer de sua casa muito mais do
que um showroom.
ASSESSORIA
EM COMPOSIÇÃO DE CORES
Assessoria
prestada a todos os projetos que requeiram uma boa solução
de composição cromática. Conforme as características
do projeto, a acessoria pode ser realizada através de reuniões
e visitas.
Também podem ser requisitados estudos de composições
e especificação de padrões de cores para
ambientes; fachadas; produtos, embalagens e comunicação
visual.
A
ARTE, AS CORES E A TECNOLOGIA DIGITAL:
Há ainda quem torça o nariz para a arte criada com
o auxílio do computador, mas o fato é que a cada
dia aumenta mais o número de usuários dessa ferramenta
que ajuda a fazer arte e que vem permitindo uma maior democratização
dos conhecimentos artísticos, além de aumentar o
número de interessados na arte tradicional. Alguns artistas
com origem nas telas com tinta a óleo já integraram
às suas criações o computador, assim como
a fotografia, a serigrafia e outras formas de materialização
de suas artes.
A artista plástica indiana Mamta Baruah Herland, atualmente
residente na Noruega, é uma das defensoras das novas tecnologias
que facilitam a vida dos artistas, reduzindo as operações
manuais e aumentando o tempo para a criação. Mamta
estudou Artes Visuais em Sidney, na Austrália, Design Gráfico
na Noruega, e fez mestrado na Universidade de Southampton, na
Inglaterra, defendendo tese sobre a arte digital.
O objetivo de sua dissertação foi investigar o impacto
da reprodução da pintura artística por método
digital em plotadoras e impressoras de jato de tinta. Segundo
ela, a adaptação da tecnologia digital por artistas
desafia concepções e suposições convencionais
sobre o trabalho, qualidade e conceito de originalidade, além
da sua aceitação no mundo da arte.
A artista explica que, com o computador, a imagem digitalizada
pode ser 'sintetizada' com outras imagens criadas por métodos
tradicionais. Através da Internet, os artistas colaboram
com outros criadores geograficamente separados e as obras finais
são apresentadas e vendidas na World Wide Web. Segundo
Mamta, o uso da tecnologia digital na criação de
arte pode influenciar as idéias, atitude e percepção
dos artistas, resultando em possibilidades para uma mudança
do índice, da forma e do contexto da obra artística.
A reprodução de uma obra de arte por método
digital é outro ponto mencionado pela artista que destaca
o alto grau de fidelidade hoje obtido. A cópia de pintura
por impressora de jato ou plotadora digital, também conhecida
como Giclée, palavra francesa que define a reprodução
por pulverização mecânica de tinta, é
um assunto relativamente novo e com pouca literatura relevante
disponível. Mamta diz que o Giclée e a Internet
representam também amplas possibilidades para os artistas,
os quais passaram a ter maior liberdade para criar, a possibilidade
de saídas para grandes formatos e maior exibição
de seus trabalhos no mercado.
Na opinião de Mamta, os computadores representam um desafio
tão dramático para a pintura quanto aquele produzido
pela fotografia há cem anos. Segundo ela, a tecnologia
digital não substituirá os velhos meios, mas incentivará
novas maneiras de pensar e de trabalhar, criando uma sinergia
e uma integração entre os processos velhos e novos,
além ampliar a diversidade e liberdade para a criação.
A artista explica que a arte atua sobre o campo das idéias
e não sobre a tecnologia que, entretanto, oferece possibilidades
de novas idéias.
O debate da originalidade de uma obra de arte não é
uma discussão nova. Antigamente, as cópias eram
feitas manualmente. O desenvolvimento de processos fotomecânicos
no século XIX tornou possível copiar mecanicamente
trabalhos de arte. A tecnologia digital, entretanto, levantou
uma questão sobre a originalidade de uma maneira totalmente
diferente, uma vez que a arte é projetada para a reprodutibilidade.
Em um computador tudo é representado como números,
dígitos binários (zeros e uns). Pode-se conseqüentemente
discutir que o original de uma imagem digital é o código
binário, intangível e não percebido até
ser reproduzido por alguns meios eletrônicos - como um monitor
ou uma cópia digital.
Mamta lembra que na obra “A Arte na Era da Reprodução
Mecânica” (1936), Walter Benjamin já indicava
essa 'aura' da arte, baseado na unicidade, escassez e ritual,
que é eliminada pela reprodução mecânica
e pela produção maciça. Em vez de ser baseada
no ritual, a arte começa a ser baseada em uma outra prática
- política. Ele dizia que quando isso ocorresse, a arte
tornar-se-ia mais acessível e mais democrática,
o que está ocorrendo.
A 'aura' e o valor, nos dias de hoje, foram substituídos
por um outro ritual, o valor do exibição. A arte
reproduzida digitalmente elimina a figura do trabalho original,
uma falta que em parte pode ser compensada pela possibilidade
de apreciação em muitos lugares. Há 70 anos,
o poeta francês Paul Valéry (1871-1945) já
dizia que as inovações podem mudar completamente
as formas de fazer e entender arte. Assim, devemos esperar que
inovações transformem técnicas inteiras de
artes, afetando a própria invenção artística
e provocando uma mudança em nossa noção de
arte.
Mamta diz que a Internet e a impressão digital são
usadas atualmente por um número crescente de renomados
artistas que exibem e vendem seus trabalhos para compradores de
várias partes do mundo. Os museus e as galerias internacionais
com grande reputação também aceitam e compram
as obras reproduzidas digitalmente, evidentemente por um valor
bem mais acessível que a obra original e única.
Um outro capítulo para discussão é a produção
de arte diretamente no computador. A possibilidade de infinitas
cores à disposição dos artistas já
é um fato, assim como ferramentas que fazem o papel de
pincéis eficientes e precisos. As obras com relevo nas
impressões digitais é uma questão de tempo.
TABELA
DE CORES- WEB
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AVALIAR
UMA OBRA DE
ARTE
Na verdade quando temos que avaliar uma obra de arte,
sempre nos deparamos com tamanha dificuldade em escolher profissionais
sérios para isso, normalmente, algumas pessoas acabam caindo
nas mãos de falsos profissionais do mercado de arte.
Isto
tem sido uma constante que profissionais sérios e competentes
acabam pagando o um preço muito alto por conta de pessoas
que "se dizem" avaliadores.
Sempre
aconselho a procurarem profissionais com formação
em arte ou museologia, para que esta avaliação seja
séria e sem protecionismos ou critérios inveridicos
de acordo com o mercado de arte oportunista.
Porém
devemos lembrar que alguns índices pdem ser observados
pelo próprio proprietário da obra ou futuro comprador
que aprecia uma obra de arte.
- Autoria. Artistas contemporâneos ou acadêmicos,
premiado ou amador
- A Técnica. A valorização de uma obra obedece
uma escala de prioridades:
1. Óleo, acrílica sobre tela, madeira, metal, cartão
ou outro suporte
2. Guache e têmpera sobre cartão ou papel
3. Aquarela, pastel seco e oleoso, lápis de cor e ecoline
sobre papel
4. Desenhos a nanquim, carvão, sangüínea, sépia
e a lápis
5. Gravuras, (Litografia, xilogravura, gravura em metal, serigrafia
ou outro processo gráfico)
6. No caso das esculturas, deve ser observado a tiragem e a fundição.
- Fase do artista. Não obedecem obrigatóriamente
uma ordem cronológica.
- Dimensão. Lembrando sempre que "Tamanho não
é documento". Este item, não possui relevância.
- Conservação. O bom estado de conservação
contribui para a valorização da obra de arte
- Origem. A procedência conta no valor final de uma obra
de arte. Quando ela fez parte de uma importante Coleção
ou figurou em uma Exposição e Catalogo.
- Assinatura. A falta de assinatura poderá diminuir o valor
de uma obra de arte.
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ARQUITETOS
E ARTISTAS DISCUTEM O VERDADEIRO PAPEL DAS ARTES PLÁSTICAS
NA DECORAÇÃO
Até
mesmo aquilo que parecia se tratar de um ato simples e prazeroso,
como decorar uma casa, está agora causando a maior polêmica.
A discussão se passa no campo das artes plásticas.
Será indevido o uso de uma obra de arte na decoração?
A resposta nunca é unânime (ainda bem), mas caminha
para um mesmo lado: depois de criada, a obra de arte passa a ser
do público e, sem preconceitos, pode pertencer a qualquer
um.
Trabalhar diretamente com arquitetos tem sido uma alternativa
importante para o artista plástico no Brasil. Mesmo que
alguns puristas condenem esse fato, pois a obra acaba sendo adquirida
muito mais para combinar com a cor do sofá do que com o
gosto e personalidade do cliente. Ainda assim, muitos artistas
não acreditam que isto seja um problema, principalmente
se há afinidade entre os dois profissionais.
É muito importante essa relação com o artista,
para quem ter uma casa bonita sem ter uma obra de arte é
como viver sem história. Fica parecendo um showroom.
“A obra de arte tem um lugar que é dela, nós
até podemos sugerir algum artista que tenha um trabalho
coerente com o projeto feito para a casa, mas o artista deve ter
liberdade total para trabalhar, o importante é que cada
vez mais o público veja e se interesse pela arte.
A mudança sofrida no mercado nos últimos anos, contribuiu
também para uma mudança de mentalidade em relação
a esse uso das artes na decoração. A boa obra de
arte sempre terá o seu valor e o seu lugar, nao importa
onde esteja.
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TENDÊNCIAS
DE CORES
O
tom Cheiro-Verde deverá ser a cor do momento, segundo a
sexta edição do Colour Futures, livro que aponta
as tendências de cores e estilos para o próximo ano.
O PQI (Instituto de Qualidade a Pintura) aponta que a cor laranja
e os tons de verde ganharão destaque neste ano. A questão
da sustentabilidade, tema que também ganha cada vez mais
destaque na área de design, foi fundamental para a escolha
das paletas de tendência.
Segundo a sexta edição do Colour Futures, trata-se
de um verde refrescante e de efeitos relaxantes. Esta cor do ano
representa o perfeito alinhamento entre a natureza e a ciência,
em busca de um sentido harmonioso e sustentável para nossas
vidas. O tom Cheiro-Verde remete à importância da
água para o ecossistema, a tecnologia das luzes LED (Diodo
Emissor de Luz), bem como o complexo equipamento de monitoramento
dos laboratórios que são essenciais para nosso bem-estar
e progresso. “A cor do ano transmite tranqüilidade,
progresso, renovação, responsabilidade e sociabilidade”,
esclarece Paola Vieira, gerente de Colour Marketing da Coral e
representante brasileira dentre as nove especialistas em cores,
internas e externas à companhia, responsáveis pelo
estudo. Devido a estas características, o verde Cheiro-Verde
tem um papel importante tanto no design de interiores como em
áreas externas da casa, podendo ser aplicado em diversos
ambientes sem perder a personalidade.
Ainda de acordo com a especialista, em ambientes mais modernos
a cor do ano funciona bem quando alinhada a vidro, aço
ou concreto, e combina com uma paleta de cinzas, azuis suaves,
lilás acinzentado e chocolate. Caso a intenção
seja criar um ambiente mais quente, Paola aconselha utilizar tons
mais cálidos, como o ameixa, terracota, pêssego e
rosa cor da pele.
Para Franco Faldini, Líder Regional America Latina PQI,
os tons de verde induzem ao equilíbrio, à esperança,
à perseverança, saúde, segurança e
à fertilidade. Os tecidos a serem utilizados também
ganham destaque no estudo, principalmente os de fibras naturais
como o linho, o algodão e as sedas. “Mesmo em ambientes
menos sofisticados, podemos usar cores e tecidos bordados para
dar um toque pessoal, com charme atual”, ressalta o executivo.
Já o laranja foi escolhido pela sua personalidade própria.
Para Faldini, o tom é perfeito para cozinhas e salas de
almoço, por estimular o apetite, assim como em salas de
estar por se tratar de uma cor alegre e que estimula a conversação.
Além das tendências brasileiras, o PQI também
divulgou tendências gerais voltadas a vários outros
países e regiões. Cinza, Azul Marinho, Marrom e
Preto, assim como os efeitos decorativos de Zigue-Zague e pontos
com risca são algumas das tendências. Além
disso, as paletas de cores de 2009 terão foco sustentável,
levando em consideração a “eco-consciência”,
com cores mais botânicas como Poeira Púrpura, Azul
profundo, Bronze metálico e Rosa avermelhado. “As
cores em alta representarão a preocupação
ecológica e sustentável atual do ser humano”,
finaliza Faldini.
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CORES
CERTAS PARA 2009
Além do tom Cheiro-Verde, o Colour Futures também
revela os cinco temas-chaves para o próximo ano: “Ecoarquitetura”,
“Dimensões do Branco”, “Herança
Cultural”, “Equilibrium” e “Diversão
em Casa”. Cada tema é uma coleção de
cores baseada nas várias famílias que, em conjunto,
refletem tendências de estilo. De acordo com Paola Vieira,
76 cores foram utilizadas para compor o livro, sendo que algumas
aparecem em mais de um tema.
O tema “Ecoarquitetura” surgiu a
partir de um novo panorama, no qual a maioria das pessoas está
preocupada com a construção sustentável,
que respeite o meio ambiente. Altíssima tecnologia e sistemas
inteligentes estão sendo utilizados para buscar soluções
ecologicamente eficientes. Sua paleta tem cores suaves, vindas
da natureza, como palha, azeitona, salgueiro e água, que
são avivadas e refletidas por verdes tecnológicos,
azuis do mar e tons arquitetônicos mais profundos.
“Dimensões do Branco” tem a luz como seu principal
elemento, permitindo uma sutil integração de tonalidades
e contrastes. O visual leve e aéreo traz um toque de magia
moderna e futurista. A coleção de cores combina
novos brancos delicados e cor de giz com assombreamentos comedidos
e sutis, que fazem fundo aos tons mais fortes relativos à
construção, tais como ferrugem, barro e ardósia
escura.
Já a “Herança Cultural”
aborda um novo enfoque sobre o design e o artesanato: as microproduções
e edições limitadas criadas em comunidades sustentáveis.
Neste contexto, cada peça produzida é exclusiva
e tem sua própria história e valor, combatendo a
padronização e a banalidade. A memória viva
do artesanato de ontem irá criar os novos horizontes do
design de amanhã, pressupõe o estudo Colour Futures.
A paleta deste tema combina uma nobre e variada linha de tonalidades
botânicas, tais como mostarda, babosa, uva e cacto, enriquecidas
por cores mais vibrantes e modernos tons tecnológicos.
“Equilibrium” exemplifica a nova
atitude em relação à vida, a reavaliação
dos relacionamentos uns com os outros, com nossas comunidades
e com os rigores da vida moderna. Isto é ao mesmo tempo
introspectivo e contemplativo, mas está longe da atitude
egoísta que vivíamos num passado não muito
distante. É a busca de um tempo para sermos sociáveis,
mas calmos; ativos, porém descansados; humanos, mas espirituais.
Inspirada em tons de chá, a paleta deste tema conta com
uma coleção de cores calmantes e agradáveis,
como jasmim, rosa, tília, musgo e menta. Esses tons são
sociáveis e confortantes, levando delicadeza à paleta.
O quinto e último tema, “Diversão
em Casa”, é alegre e conta com uma simplicidade
ingênua, fazendo apelo tanto aos jovens de idade como aos
jovens de espírito. Trata-se de fazer a forma funcional
ser sinônimo de diversão, tornando a casa um espaço
divertido e um meio de auto-expressão, além de um
ambiente de convivência social. Neste contexto, reinam os
“plásticos fantásticos”, tanto em termos
de material como de cores, tonalidades ousadas em combinações
mirabolantes resultando em uma sensação de alegria
e humor.
Esse
enfoque permite o uso de cores muito fortes, mas sem sobrecarregar
o todo. A paleta deste tema é única e inesperada,
trazendo uma sensação de otimismo e remetendo a
tons de brinquedos. Ela contém tons vibrantes e saturados,
como coral, pomelo, kiwi e fúcsia, em contrastes com tons
mais suaves e rebaixados, como grafite, cru e khaki, em combinações
das mais expressivas.
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